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sexta-feira, 22 de maio de 2015

Cientista Maluco

Maluco!! É o primeiro adjetivo que vem à cabeça de toda criança ou adolescente quando pedimos pra definir cientista... No Ginásio de Sobradinho, os alunos do 3º Ano assistiram ao filme De Volta Para o Futuro, afim de se prepararem para uma discussão sobre a visão de Ciência e cientista.
Vemos hoje na sociedade uma visão super estereotipada de Ciência, colocando-a num pedestal, como se ela estivesse acima do bem e do mal. E a visão do cientista, principalmente em sua forma físico-comportamental também é estrapolada, é uma pessoa relaxada, louca, excêntrica, solitária e genial.

Após o filme e antes da discussão, os alunos precisaram elaborar uma narrativa sobre questões centrais acerca do filme. Vejamos alguns trechos destes relatos:

"No filme, o Dr. Brown é visto como o clássico cientista maluco, cabelos brancos alvoroçados, basicamente uma representação de Einstein"

"O filme traz uma visão tradicional de cientista. Uma pessoa louca que não se importa com a aparência física, que usa jaleco e vive enfurnado em seu local de trabalho"

Além de trabalhar a crítica do aluno, esta atividade também sugeriu abordar sobre o método científico (ou sobre oS métodoS científicoS). Onde eles analisaram desde a questão central utilizada no projeto no filme, até os resultados alcançados pelo Dr. Brown.

"A pergunta inicial do Dr. Brown foi: se seria possível viajar no tempo"

"Ao utilizar o método científico, acaba por alcançar seus alvos tão almejados"


A discussão após o filme foi muito construtiva, pois os alunos argumentaram sobre a construção do saber, estereotipagem da visão de cientista para a sociedade, além de sempre lembrarem que ciência não é só aquilo que se faz em laboratório, mas sim todo conhecimento gerado.
(SPIELBERG, S. De volta para o Futuro)



quinta-feira, 22 de setembro de 2011

O Homem do Futuro


Do mesmo diretor de “Mulher Invisível”, Cláudio Torres, “O Homem do Futuro” conta com Wagner Moura interpretando Zero, um cientista genial, mas infeliz, insatisfeito com sua vida, que foi humilhado há vinte anos na faculdade e perdeu o amor de sua vida, Helena. Prestes a ser demitido, ele aciona o acelerador de partículas mais barato do mundo. Mesmo o experimento tendo falhado, ele acaba voltando ao passado acidentalmente e vê a chance de alterá-lo. Ele verá, então, que modificar os fatos pode ser mais difícil e confuso do que parece. Voltando ao presente alterado, descobre que se transformou num canalha e a nova realidade o separou ainda mais de Helena. Sua única alternativa é voltar ao passado novamente e tentar impedir a si próprio de alterar o presente.

Vejo neste filme mais uma possibilidade de levantar discussões a respeito da visão que a sociedade tem de um cientista, sem falar que é um ótimo meio de arrancar risadas de quem o assiste. Como em muitos outros filmes, temos a imagem de um homem, que devido a alguma frustração na infância ou adolescência, encontrou refúgio na ciência e se tornou uma pessoa fechada para o mundo e presa em seus experimentos.

Além disso, questões ambientais também podem ser discutidas, uma vez que o filme apresenta o fato de que toda e qualquer coisa que você altere no passado terá conseqüências no futuro. Sendo assim, pequenos atos praticados por nós agora, mesmo que singelos, podem contribuir de maneira significativa para um futuro melhor.

Enfim, o filme ainda está em cartaz, e é uma ótima opção para aqueles que querem se divertir, e posteriormente, trabalhar em cima dele!

Segue o link do trailer: http://www.youtube.com/watch?v=IEEE7qbmYUU

domingo, 8 de maio de 2011

A ciência que a gente vê no cinema - o vídeo

A professora Ana Constância Faria, do CEM 414 da Samambaia, que desde o começo do Biologia Animada/PIBID está conosco, concluiu seu mestrado no Programa de Pós-Graduação em Ensino de Ciências da UnB há poucos meses.
De seu trabalho, orientado pelo professor Marcelo Bizerril, resultou, além da dissertação, este vídeo sobre a imagem da ciência e do cientista no cinema.
Ficou legal, e espelha o espírito do projeto.
Parabéns, Ana!

A ciência que a gente vê no cinema from Comunicação Comunitária on Vimeo.